O fim do neurocentrismo?

Tenho a impressão de que à medida que avançamos na compreensão dos processos pelos quais informações são retidas e repassadas no nível molecular, talvez estejamos indo a um lugar onde o cérebro deixe de ser o protagonista da cognição. Assim como deixamos o geocentrismo para trás, estaríamos, então, a caminho de superar o neurocentrismo? Essa mudança afetaria o modo como definimos o Antropos?

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